Polícia Federal investiga contrato firmado pela Caesb e Codevasf

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Polícia Federal combate crimes de fraude na administração pública federal/Arquivo
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Agentes da Polícia Federal cumprem neste momento mandados judiciais dentro da Operação Circuito Fechado. Entre as empresas que são alvo da operação está a Caesb. De acordo com as primeiras informações, também estão sendo investigados contratos em outras empresas públicas. Atualizado às 08h05

Estão sendo apurados desvios na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e Prodemge, uma empresa de tecnologia da informação do governo de Minas Gerais.

As investigações acontecem em Brasília e também em São Paulo e Minas Gerais. Os contratos na área de tecnologia envolvem recursos públicos de R$ 10 milhões. Estão sendo apurados os cinco processos licitatórios, um foi realizado pela Capes, dois pela Codevasf , um pela Caesb e um ela Prodemge.

Na fase interna da licitação, os servidores públicos teriam participação em pesquisa de preços viciada. Os gestores já estavam previamente orientados a fornecer propostas com valores bem acima daqueles efetivamente praticados no mercado, segundo a Polícia Federal. Daremos mais detalhes em seguida.

A Justiça do Distrito Federal autorizou a busca e apreensão em 25 endereços no DF e em SP, além de determinar o afastamento de sigilos bancários de dezenas de pessoas físicas e jurídicas envolvidas e o sequestro de bens e valores. Cinco suspeitos tiveram a prisão preventiva decretada e outros seis envolvidos serão presos temporariamente.

A ação de hoje traz consigo investigações de operações anteriores, em que foi descoberto que o Ministério do Trabalho (objeto da primeira fase da investigação) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) foram apenas alguns dos locais em que ocorriam as ações criminosas., segundo o R7.

As duas operações anteriores, e que levaram as ações da PF nesta sexta-feira, foram batizadas de Gaveteiro e Circuito Fechado. A primeira foi deflagrada em fevereiro deste ano, e tinha como objetivo apurar desvios em contratações de serviços de T.I., pelo Ministério do Trabalho, na ordem de mais de R$ 78 milhões.

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