Argentina oferece ajuda, mas governo nega a gentileza

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Populares e pessoal da Defesa Civil leva um caixão em meio à enchente na Bahia/Camila Souza/Arquivo/Governo da Bahia
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A ajuda humanitária seria em forma de profissionais especializados para auxiliar nas cheias da Bahia

O número de mortos em decorrência das fortes chuvas no estado da Bahia atingiu 24. São já 132 as cidades baianas em estado de emergência; a tragédia afetou cerca de 630 mil pessoas.

Apesar dos números tristes, o governo federal dispensou ontem (29) a ajuda humanitária oferecida pela Argentina para as vítimas da tempestade. Recentemente, o país vizinho ofereceu auxílio em forma de profissionais especializados no saneamento, logística e apoio psicossocial.



Em nota, o governo brasileiro agradeceu o apoio, mas disse que todos os recursos internos foram mobilizados para lidar com a situação na Bahia. O governador do estado, Rui Costa, criticou ainda o presidente Jair Bolsonaro por não ir ao local das enchentes, apontando o “desprezo” pela vida humana:

“Ele não demonstra nenhum sentimento em relação à dor do próximo”, afirmou ele em comentário à Folha. No estado de Minas Gerais os temporais também deixaram cidades alagadas e seis pessoas mortas.


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