O GDF deve pedir empréstico ao FGC com um consórcio bancário que atuará como fiador, de acordo com o Ministério da Fazenda
Por Misto Brasil – DF
O governo brasileiro se mostrou disposto a ajudar o Banco de Brasília (BRB) por meio da flexibilização das regras fiscais, a fim de permitir que a instituição controlada pelo governo de Brasília contrate um empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
“Acordamos que o Governo do Distrito Federal solicitará um empréstimo ao FGC com um consórcio bancário que atuará como fiador”, explicou à imprensa o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
As palavras de Durigan são as primeiras do Executivo central destinadas a apoiar o BRB, banco que se viu envolvido na aquisição de ativos no valor de cerca de 21,9 bilhões de reais (3,71 bilhões de euros) do falido Banco Master.
A compra está sendo investigada pelas autoridades por suspeitas de fraude, conforme o CNBC.
Em decorrência desse caso, o BRB teve que anunciar o adiamento “sine die” dos resultados do terceiro e quarto trimestres de 2025 diante da “necessidade” de concluir a “auditoria forense” encarregada de esclarecer os fatos.
O BRB aprovou em abril um aumento de capital de R$ 8,8 bilhões para fazer face ao rombo gerado pelo escândalo e assinou um memorando de entendimento (MdE) com a gestora Quadra Capital para a venda de ativos no valor de R$ 15 bilhões relacionados à exposição ao Banco Master.














