Os investidores acompanharam os desdobramentos no conflito entre EEUA e Irã, após a troca de ataques no final de semana
Por Misto Brasil – DF
O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1323, em alta de 0,47%.
O dólar acompanhou o fortalecimento da divisa no exterior e o avanço nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries.
Por volta de 17 horas (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com alta de 0,33%, aos 101.283 pontos.
Os investidores acompanharam os desdobramentos no conflito entre Estados Unidos e Irã, após a troca de ataques no final de semana. O país persa anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz.
A bolsa caiu mais de 1%, o dólar voltou a subir frente ao real e o petróleo subiu quase 10% diante do temor de interrupções no abastecimento global após novos desdobramentos do conflito envolvendo Estados Unidos e Irã.

Os papéis ordinários (com voto em assembleia de acionistas) da estatal subiram 3,44%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) avançaram 2,55%.
A Weg chama atenção com alta de cerca de 9% no mês de junho, o movimento recente pode parecer apenas pontual à primeira vista, mas levanta uma questão importante: o que está por trás dessa valorização, e o que o investidor pode estar deixando passar?
Segundo Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus, a alta recente não foi originada por um gatilho específico, mas dois vetores podem explicar por que a companhia voltou ao centro das discussões.
Os preços do petróleo fecharam em forte alta nesta segunda-feira (13), refletindo o agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã e a crescente preocupação dos investidores com a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte da commodity.
A valorização ganhou força no fim do pregão após novos ataques do Iêmen contra a Arábia Saudita, elevando os temores sobre a oferta mundial.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do WTI para agosto avançou 9,42%, alta de US$ 6,73 (R$ 34,46), e encerrou o dia cotado a US$ 78,14 (R$ 400,08) por barril, após atingir a máxima de US$ 78,45 (R$ 401,66), maior nível desde 17 de junho.
O Brent para setembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, subiu 9,59%, ou US$ 7,29 (R$ 37,32), fechando a US$ 83,30 (R$ 426,50) por barril.
A estimativa do mercado financeiro para o déficit em transações correntes do Brasil em 2026 permaneceu em US$ 60 bilhões, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC). Quatro semanas antes, a projeção era de US$ 59,6 bilhões.
Para 2027, a mediana das estimativas continuou em US$ 61,1 bilhões. Há um mês, estava em US$ 61,11 bilhões.
As transações correntes reúnem os resultados do comércio de bens e serviços, as transferências de renda e os pagamentos de juros, lucros e dividendos entre o Brasil e o exterior. (Com o CBNC e MoneyTimes)
















