O ex-secretário de Saúde do governo Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes, voltou a ser alvo esta manhã de uma operação policial que está sendo acompanhada pelo Ministério Público Federal. A ação mira também empresários ligados a um esquema corrupto do governo fluminense, além do Instituto Nacional de Traumatologia (Into), na pessoa do presidente André Loyelo. Atualizado às 7h48
Estão sendo cumpridos 66 mandados judiciais, dos quais 13 de prisão preventiva Dois executivos da Philips do Brasil e outra empresa também estão sendo investigados. Participam também da operação agentes da Receita Federal e do Tribunal de Contas da União.
Pelo que se informou até este momento, segundo O Globo, deverá ser preso o empresário Miguel Iskin, seu sócio Gustavo Estellita e outras 20 pessoas, além da busca e apreensão em 44 endereços no Rio e São Paulo. Também foi decretado o bloqueio de bens dos investigados no valor de R$ 1,2 bilhão na operação denominada Ressonância.
O MPF informou funcionários de confiança de Miguel Iskin eles eram responsáveis por fazer a ligação entre o setor público (núcleo administrativo-político) e os empresários cartelizados (núcleo econômico) para direcionar as demandas públicas (insumos médicos a serem adquiridos e cotação de preços fraudadas) e as contratações, mediante a desclassificação ilícita de concorrentes que não faziam parte do cartel.





















