Foi preso preventivamente nesta manhã, o secretário da Saúde do Distrito Federal, Francisco Araújo. A prisão ocorreu no âmbito das investigações que apura a venda de testes rápidos para a rede pública de saúde. O pedido de prisão foi feito pelo Ministério Público do Distrito Federal. O secretário foi detido em sua casa, no Noroeste. Atualizado às 08h01
Estão sendo cumpridos 44 mandados de busca e apreensão e sete de prisão temporária e preventiva que atingem, além do secretário, outros servidores da Secretaria da Saúde.
Foram presos também nesta manhã Ricardo Tavares Mendes, ex-secretário adjunto de Assistência à Saúde, Eduardo Hage Carmo, subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Seara Machado Pojo do Rego, secretário adjunto de Gestão em Saúde, Jorge Antônio Chamon Júnior, diretor do Laboratório Central , e Ramon Santana Lopes Azevedo, assessor especial da Secretaria de Saúde. Os mandados judiciais também estão sendo cumpridos em oito estados.
Esta é a segunda fase da Operação Falso Negativo deflagrada também pela Procuradoria-Geral da Justiça. A primeira aconteceu no dia 2 de julho e na época, os prejuízos foram calculados em R$ 30 milhões. Na operação de hoje sem o apoio da Polícia Civil do DF, o cálculo é de R$ 18 milhões. os mandados judiciais também estào sendo cumpridos em oito estados.
Na primeira operação foram cumpridos 70 mandados, quando foram obtidas as provas para esta segunda fase. Foram feitas compras de 100 mil testes rápidos junto a uma empresa de brinquedos temáticos. Em outra licitação, a compra também teria sido direcionada, inclusive com a formatação de uma minuta feita pela própria empresa e entregue ao secretário Francisco Araújo.





















