Crimes de políticos prescrevem na Lava Jato

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou prescrição nos casos de cinco políticos acusados de irregularidades por delatores da Odebrecht, na Lava Jato. O registro foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Por isso, Janot optou pelo arquivamento das citações feitas pelos delatores.

Janot formalizou pedido ao ministro do STF, Edson Fachin a extinção da punição dos senadores José Agripino (DEM-RN), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e Marta Suplicy (PMDB-SP). E também dos deputados federais Roberto Freire (PPS-SP) e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Todos são acusados de receber recursos não contabilizados para campanhas eleitorais.

Vasconcelos disse que gostaria que o seu caso fosse apurado e negou ter recebido R$ 700 mil via caixa 2 para sua campanha ao governo de Pernambuco em 2010.

Já Maia, afirmou que não havia “substância” na acusação de receber R$ 100 mil por intermédio de caixa 2 para a campanha ao Senado Federal em 2010. Enquanto Roberto Freire informou por meio de sua assessoria que não se pronunciaria. Freire foi acusado de ter recebido R$ 200 mil não contabilizados da Odebrecht em sua campanha de 2010. Os demais não se pronunciaram até o fechamento desta notícia.

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