Morte está sendo lamentada por pessoas e entidades. Ele foi o maior jogador de basquete brasileiro de todos os tempos
Por Misto Brasil – DF
O filho de Oscar Schmidt, Felipe Schmidt, publicou uma homenagem ao pai nas redes sociais após a morte do ex-jogador, confirmada nesta sexta-feira (17), aos 68 anos.
No texto, Felipe descreveu o impacto da perda e pediu respeito ao momento da família. “Hoje o mundo perde um ídolo, e eu perco meu pai. Hoje não está sendo um dia fácil”.
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O Flamengo também lamentou a morte.
O Clube de Regatas do Flamengo lamenta profundamente o falecimento de um dos maiores ídolos da história do nosso basquete e do esporte mundial: Oscar Schmidt”.
“O eterno Mão Santa honrou o Manto Sagrado com sua genialidade, paixão e arremessos inesquecíveis, marcando época na Gávea e enchendo de orgulho a Nação Rubro-Negra”.
“Seu legado absoluto transcende as quadras e inspirará gerações eternamente. Nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos os fãs neste momento de imensa dor. Descanse em paz, lenda”.
A Confederação Brasileira de Basquete esqueveu que “há atletas que marcam época. Outros, que marcam gerações”.
“E há aqueles que se tornam eternos, não apenas pelos números, mas pelo significado”.
“Oscar Schmidt pertence a essa última categoria. O maior jogador da história do basquete brasileiro despede-se como um símbolo absoluto do esporte, dono de uma trajetória que redefiniu os limites do possível dentro das quadras”.
“A CBB lamenta com um pesar profundo a perda de um do maiores ídolos da história do esporte mundial”.
Lenda do basquete mundial e conhecido mundialmente como “Mão Santa”, a pasta relembra a carreira de conquistas e marcas históricas de Oscar, que foi o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.973 pontos, e o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
O ministério cita que Oscar levou o Brasil para o cenário esportivo internacional, “como também inspirou gerações de atletas e apaixonados pelo basquete, tornando-se um símbolo de talento, dedicação e amor ao esporte”.
No último dia 8 de abril, Oscar foi homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e seu nome foi incluído no Hall da Fama da entidade. Ele também faz parte do Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (FIBA).
“Oscar, o nosso querido ‘Mão Santa’ teve uma trajetória esportiva que encheu de orgulho a todos os brasileiros. Com seu desempenho nas quadras do Brasil e do mundo, conseguiu dar ao basquete brasileiro uma visibilidade única”.
“Nesse momento de tristeza para o esporte brasileiro, nos solidarizamos com a família, com os amigos e com os fãs desse grande atleta que jamais será esquecido por nós”, disse o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, na nota.
Segundo a Prefeitura de Santana de Parnaíba (SP), onde o ex-jogador morreu, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”. O atleta enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.





















