Dólar voltou a oscilar e a bolsa fechou em baixa

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Analista observa os gráficos com as vartiações das ações das empresas/Arquivo
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No Brasil, pesa o resultado do IPCA abaixo das expectativas, mas com avanços de itens subjacentes de impacto na política monetária

Por Misto Brasil – DF

O Ibovespa  encerrou a sessão desta terça-feira em baixa de 0,74%, aos 180.559 pontos, em uma sessão de recuo geral nos mercados globais.

No Brasil, pesa o resultado do IPCA abaixo das expectativas, mas com avanços de itens subjacentes de impacto na política monetária.

Apersistência da indefinição sobre o conflito entre EUA e Israel, a alta do petróleo e a inflação americana já refletindo os impactos da guerra puxaram os índices para baixo.

O resultado do indicador de avanço dos preços do IBGE cheio veio ligeiramente melhor que o consenso, mas a composição não foi exatamente benigna, diz Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos.

Na ponta positiva do pregão, o destaque foi a Braskem, que disparou 29,02% e encerrou cotada a R$ 11,87.

A Hapvida avançou 9,27%, fechando a R$ 12,50, enquanto a Direcional subiu 3,50% e terminou o dia a R$ 13,30. Também figuraram entre as altas a Magazine Luiza, com ganho de 3,32% e cotação de R$ 7,16, e a Smart Fit, que avançou 1,75% e fechou a R$ 19,74.

Entre as maiores quedas, a Natura liderou as perdas ao recuar 5,62%, encerrando a R$ 9,91.

A Yduqs caiu 4,03% para R$ 10,25, enquanto a Azzas 2154 perdeu 3,29%, fechando a R$ 19,40. A Cosan recuou 3,22% e terminou a R$ 4,81, e a Sabesp caiu 2,86%, encerrando cotada a R$ 29,55, segundo dados da Rocket Trader.

O dólar voltou a oscilar em margens estreitas ante o real nesta terça-feira, até fechar perto da estabilidade, ainda que no exterior a moeda norte-americana tenha sustentado ganhos ante boa parte das demais divisas, em meio ao impasse entre Irã e EUA.

O dólar à vista fechou com leve alta de 0,08%, aos R$ 4,8949. No ano, a divisa dos EUA passou a acumular baixa de 10,82% ante o real.

Às 17h03, o dólar futuro para junho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,12% na B3, aos R$ 4,9180.

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