Apesar da máxima de que “política externa não dá voto”, nesta eleição em especial, os temas internacionais ganharam tração.
Autor: Marcelo Rech
Enquanto os dois principais candidatos medem forças tendo os EUA como centro de gravidade, outros atores, como a China, observam, preocupados.
O país seguirá sendo uma potência energética mergulhada na pobreza e na miséria, sob comando socialista controlado pela Casa Branca.
Neste momento, são oito os candidatos, sendo cinco mulheres, entre elas, a ex-presidente do Chile, Michele Bachelet, apoiada pelo Brasil.
Apesar do apoio de muitos países ocidentais a Kiev, os combates continuam, a infraestrutura está fortemente comprometida
Não é novidade que os EUA operam para expulsar empresas chinesas da região, de forma muito específica, do Brasil
A lista das intervenções diretas dos Estados Unidos é longa e muitas outras foram sutis implementadas ao longo de décadas
A sociedade se sente refém dessas organizações, que dominam território, impõe “justiça” e controlam a economia legal e ilegal
Há um enorme cansaço da sociedade com os extremos, além de uma enorme frustração por não haver uma candidatura competitiva de centro
Xi recebeu um Trump fragilizado pelos sucessivos fracassos externos e uma política doméstica que corrói sua popularidade














